Celular roubado a cada 9 minutos em SP: por que alugar eletrônicos pode ser a solução

Compartilhe:

Assinaturas podem oferecer mais conveniência e previsibilidade financeira diante dos riscos

A cidade de São Paulo enfrenta um cenário preocupante: entre janeiro e julho deste ano, foram registrados 35.385 roubos de celulares, o que equivale a um aparelho subtraído a cada nove minutos. Diante desse risco constante de perda ou dano, muitos consumidores têm começado a questionar o alto investimento em um único smartphone.

Por isso, tem crescido a busca por alternativas que ofereçam mais segurança e tranquilidade; e uma das que mais ganha força é a assinatura de eletrônicos. Em vez de comprar um aparelho por um valor elevado e arriscar perdê-lo em um assalto ou ter que arcar com custos de reparo, o consumidor pode optar por um serviço que cubra perdas, furtos e danos. A ideia é proporcionar facilidade ao usuário, eliminando a preocupação com os altos valores para a reposição de um dispositivo que, em muitos casos, se tornou indispensável para trabalho, comunicação e lazer.

“Não faz sentido que algo pensado para facilitar o dia a dia acabe se tornando uma fonte de preocupação constante”, comenta Carlos Guerra, CEO da allu, maior empresa do segmento na América Latina. “As assinaturas tornam o uso da tecnologia mais leve, mais seguro e sem a preocupação com imprevistos, permitindo que as pessoas continuem conectadas e produtivas, com mais liberdade e menos medo, sabendo que estão protegidas.”

A assinatura de eletrônicos costuma incluir cobertura contra furto e roubo qualificado, permitindo a reposição do aparelho mediante o pagamento de uma fração do valor total — no caso da allu, esse valor não ultrapassa 25% da assinatura anual. Há também cobertura para danos acidentais, com parte significativa do reparo custeada e a oferta de um aparelho reserva durante o conserto.

Em média, o roubo ou furto de celulares resultou em uma perda de R$ 1.549 para cada vítima brasileira, conforme estudo realizado pelo DataFolha entre julho de 2023 e julho de 2024. O instituto projetou que 14,7 milhões de pessoas tenham sido vítimas desse crime no período, em todo o país.

“Quando olhamos para o prejuízo, entendemos que se trata também de economia real. A lógica tradicional de compra, com tanto risco, já não faz mais sentido para muita gente, e a assinatura é uma forma de manter a tecnologia por perto, sem se expor a riscos desnecessários”, conclui Guerra.

Sobre a allu

A allu é uma empresa brasileira especializada em assinatura de eletrônicos, permitindo que pessoas tenham acesso a iPhones, notebooks, smartwatches, telas e outros dispositivos por meio de planos anuais. A linha de computadores também está disponível para empresas. Fundada em 2016, a allu tornou-se a maior da América Latina no segmento de assinatura de eletrônicos, sendo reconhecida três vezes consecutivas no ranking das Top 10 Startups do Brasil pela ABStartups.

Com mais de 35 mil usuários ativos, a allu fortalece sua presença no mercado por meio de parcerias estratégicas com grandes empresas de tecnologia, promovendo acessibilidade e qualidade no acesso a dispositivos eletrônicos de ponta. Além disso, a empresa tem uma vertente de investimentos, o invista na allu, onde investidores contribuem para o crescimento da operação com um retorno em renda fixa.

DA ASSESSORIA DE IMPRENSA

Maria Fernanda

Agência NoAr 

Outras Notícias

Domínio Global Consultoria Web